• Mensagens Subliminares.

    18 de agosto de 2011

    postado por

    em Filosofando

    Leia só as letras com as estrelinhas.


    problem?

  • Palhaçada sem graça.

    18 de agosto de 2011

    postado por

    em Filosofando



    Você que se preocupa com a administração das verbas públicas ou, nem tanto assim, mas se preocupa com o futuro de seu município, região, estado e país, por favor, leia até o fim essa carta à imprensa que o jornalista Felipe Dornelles escreveu ontem (17/09/11), chocado e chocando com medidas tomadas pela Câmara de Vereadores do município de Santa Rosa.

    CARTA À IMPRENSA!

    Já deve ser de conhecimento de vocês a decisão da Câmara de Vereadores de Santa Rosa quanto a aprovação de novos cargos, através de concurso público, na prefeitura local. Foi solicitada pelo Executivo a criação de cinco vagas de agente administrativo, uma vaga para engenheiro agrônomo e uma vaga para recepcionista, além da criação de mais duas funções gratificadas – FG. Estava incluída ainda uma vaga para jornalista, excluída pela maioria dos vereadores após emenda do vereador Cláudio Schmidt (PMDB).

    Colegas, vivemos um processo coletivo de disseminação de informações com um único objetivo, o desenvolvimento de nossa região. Penso que vivemos na imprensa regional um grande momento, onde a experiência de profissionais que há décadas fazem comunicação e jornalismo em nossa região dá boas vindas aos novos profissionais, com formação acadêmica. Esta duas esferas atuam juntas, em um grande case de troca de experiências, pelo qual conseguimos cumprir nossos papéis como comunicadores, junto da comunidade.

    No ano em que Santa Rosa comemora 80 anos de emancipação política e administrativa, parecia haver uma maturação. Parecia que nossa classe viria a ser reconhecida, sendo ‘beneficiada’ por um cargo público específico para a função, um profissional diante de mais de mil servidores na área administrativa da prefeitura: um jornalista. Santa Rosa estaria seguindo o exemplo de centenas de órgãos públicos – Ministérios, estatais – e empresas privadas, multinacionais – que já possuem esta prática, e contratam profissionais para atuar na gestão da comunicação interna e externa de suas organizações.

    Pois então, tal desejo termina quando um vereador, sem algum embasamento técnico nem acadêmico, acredita que não é necessária a criação desta vaga. Cria uma emenda pedindo a exclusão APENAS desta vaga, e justifica tal ação com elementos banais, com justificativas vagas, de alguém que não sabe o que fala e o que quer com tal ato.

    Os vereadores Nelci Dani, Douglas Calixto e Denir Frosi, ambos do PP, votaram contra a vaga, dizendo que ‘me parece que não tem necessidade’ ou ainda, ‘não precisa desta vaga’. O vereador Cláudio Schmidt foi além. Ele justificou que a prefeitura já possui uma estrutura de comunicação, mas apesar de ter elaborado uma emenda para retirar a vaga, não foi capaz de descobrir a real denominação da Assessoria de Imprensa da prefeitura. Disse em seu discurso que a prefeitura já possui uma ‘assessoria jornalística’ estruturada. Termo este que não existe na área da comunicação. Disse que a prefeitura gasta ‘350 mil REAL’ na contratação de uma empresa de Porto Alegre para serviços na área de jornalismo. Nosso vereador não sabe distinguir um serviço de jornalismo de um serviço publicitário.

    A agência contratada pela prefeitura é responsável pela negociação de mídia, criação de material gráfico, spots, vt’s, etc, tarefas que não competem a um jornalista, por isto não executado na prefeitura. Além disto, a empresa foi contratada através de licitação, a qual eu também participei como profissional da comunidade avaliando os trabalhos dos concorrentes da licitação. Se a mesma teria alguma irregularidade, cabia a ele como vereador, no ano passado, investigar o caso. Ainda é tempo vereador, para investigar esta licitação e esta empresa, mas por que excluir a vaga?

    Ele justifica ainda dizendo que na prefeitura há jornalista com status de secretário, o que não procede. Diz que há três profissionais, o que não procede. São dois, e dois com cargos de confiança, nenhum servidor do município. Isto impossibilita o seguimento de um trabalho, que pode ser estendido para além de assessoria de imprensa, podendo trabalhar com comunicação interna, qualificando os processos de comunicação entre os servidores, qualificando também o atendimento à população. Estas tarefas também parecem não ser conhecimento deste vereador. Deixo claro que de forma alguma questiono o cargo da jornalista Lisandra Steffen, que comanda a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Santa Rosa, que realiza um excelente trabalho junto da imprensa local.

    Em sessão nesta segunda-feira, na Câmara de Vereadores, Cláudio Schmidt disse em seu discurso que trocou o voto no momento da sessão. Contraditório, já que muito antes ele já havia tomado sua decisão, quando transcreveu documento solicitando a exclusão da vaga de jornalista. No discurso ele ainda diz: ‘A Lei de jornalista ta fácil, só precisa ter primeiro grau incompleto’. Todos sabemos que qualquer servidor precisa pelo menos ser alfabetizado. Mas, me questiono, essa lei vale para ocupar o cargo de vereador? E primeiro grau não existe mais, amigo vereador, é Ensino Fundamental. Ele desvalorizou publicamente uma classe, uma categoria profissional que busca apenas o desenvolvimento de nossa região.

    Colegas da imprensa, precisamos defender o nosso trabalho, defender a nossa classe!

    Não sou sindicalista muito menos alguém que queira mudar o mundo, mas coisas como estas acontecem pois não há mais de 20 pessoas a cada sessão no Legislativo. Executivo e Legislativo fazem tudo como querem, sem a comunidade sequer saber o que lá acontece. Esta ação atingiu minha categoria profissional, por isso achei que fosse o momento oportuno para escrever e compartilhar esta indignação com vocês.

    Mas a grande questão que fica, é o porque APENAS a vaga de jornalista foi excluída. Se já existe mais de 100 agentes administrativos concursados na Prefeitura de Santa Rosa, por que não se excluiu as cinco vagas de agentes solicitadas, mas apenas a vaga de jornalista, a qual não possui nenhum concursado.

    No momento em que os vereadores votam pela ampliação de mais 5 cadeiras no Legislativo, o que corresponde a criação de mais cinco cargos de assessores, e na ampliação do prédio da Câmara, sem consultar a comunidade, rejeita-se a criação de um cargo de jornalista na prefeitura. Os gastos com a ampliação no número de vereadores correspondem a um montante de R$ 40 mil mensais. Este seria o custo para manter um jornalista na prefeitura durante quase dois anos.

    Colegas, este é meu protesto!

    Felipe Dorneles – Jornalista MTb. 13.721

    Você santarosense ou não, por favor, repasse isso aos seus colegas, amigos, familiares, filhos, genros, noras, sogros cão, gato, coelho, cobra, lagartixa… enfim, para qualquer um que for capaz de ler.
    More você aqui ou não, isso pode estar acontecendo em sua cidade sem você saber. Se informe, busque saber o que acontece por trás dos panos e por baixo das “pizzas”. Não podemos mais ficar calados como se estivéssemos com a boca e ouvidos tampados.
    Curta no Facebook e compartilhe clicando aqui.

    Fica aqui a indignação e desabafo do Felipe, a minha e, espero eu, que a sua também!

    Fica aqui também o meu agradecimento ao amigo Felipe Dornelles que autorizou a publicação de sua carta.
    Mais informações e foto (sem manipulação) aqui no ZULUPA.

  • Perigos da Cerveja

    11 de agosto de 2011

    postado por

    em Filosofando

    Agora sim os rapazes vao se cuidar!

  • Verdades Incontestáveis.

    9 de agosto de 2011

    postado por

    em Filosofando

    Discordou de alguma ? comente!

  • Filosofando #1 – A História do Álcool

    28 de julho de 2010

    postado por

    em Filosofando

    Olá “embriagados” de plantão.
    Hoje eu começo a escrever o Filosofando, que vai levar algo de útil aos leitores dessa coisa inútil aqui.
    E a primeira matéria, é claro, não poderia ser outra: A HISTÓRIA DO ÁLCOOL.
    Boa Leitura.


    Você sabia que…
    - A bebida alcoólica surgiu sem querer durante o período Neolítico na pré-história.
    - Alexandre, o Grande, encheu tanto a cara que veio a morrer dias depois de doença relacionada ao abuso de álcool.
    - A regulamentação do comércio de vinho passou a existir de forma mais consistente a partir da Idade Média.
    - As mulheres russas proletárias no inicio do século XX colocavam bebida destilada nas chupetas de seus filhos. (WTF?!?!?!)
    - Na Inglaterra do século XVIII o gim era conhecido como a bebida de preferência das mulheres.
    - Apesar do abuso de álcool ter sido sempre criticado durante a história humana, o conceito de dependência alcoólica só foi surgir no final do século XVIII e início do século XIX. (E isso existe?)

    Quando e como tudo começou…
    Acredita-se que a bebida alcoólica teve origem na Pré-História, mais precisamente durante o período Neolítico, quando houve a aparição da agricultura e a invenção da cerâmica.
    A partir de um processo de fermentação natural ocorrido há aproximadamente 10.000 anos o ser humano passou a consumir e a atribuir diferentes significados ao uso do álcool.
    Os celtas, gregos, romanos, egípcios e babilônios registraram de alguma forma o consumo e a produção de bebidas alcoólicas.
    OU SEJA, A BEBIDA ALCOÓLICA ESTÁ RELACIONADA DIRETAMENTE AO SURGIMENTO DA SOCIEDADE. HÁ HIPOTESES DE QUE A SOCIEDADE COMEÇOU POR CAUSA DO SEU SURGIMENTO. O HOMEM ERA APENAS MAIS UM ANIMAL, COM UMA COMUNICAÇÃO MAIS EVOLUÍDA, DENTRE OS OUTROS ANIMAIS, MAS SEM A RELAÇÃO DE “AMIZADE” NEM DE GRUPO. DIZ-SE QUE, POR CAUSA DO SURGIMENTO DA BEBIDA ALCOÓLICA, OS HOMENS COMEÇARAM A REUNIR-SE EM GRUPO PARA APRECIAR A BEBIDA E FICAR DOIDÕES.


    (mais…)

  • Receba no email:


    Butequis Negads

    Categorias

    Quase Todo o conteúdo é baseado no teor alcoólico dos autores.
    ©2012 Duas ou Nove? Todos os tombos reservados.

    Design e programação por @JacsonSilveira